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Poema: Dona Plácida( livro: Memórias Póstumas de Brás Cubas- Machado de Assis )

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  A seus braços vigorosos sustentam o amor adultero e proibido, A senhora é testemunha ocular dos amantes e sendo informante, Desse amor ilegal que é um amor carnal e extraconjugal.   A senhora não tem razão para viver, Brás Cubas acha estranho essa até nascer, Qual razão de sobreviver para nada ser?   A vida de Dona Plácida foi complicada e muito delicada, Essa senhora deu um chute na barricada da vida, Deve ser homenageada e não condenada.   Brás Cubas não a homenageou e sim a zombou, Essa ainda foi comprada pelo adultero e roubada por um carteiro infrator, A sensata Dona Plácida foi a real heroína dessa história, Faço essa dedicatória com amor pela sua bela trajetória.      

Poema: Sanfoneiro, o rei do baião

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  O sanfoneiro toca seu instrumento com paixão, Um belo som que quando termina todos pedem compaixão, O sanfoneiro não ouse terminar esse som.   Toque essa música que é bom para dançar, Vamos nos lançar a roda da dança e todos a bailar, Não iremos nos cansar e iremos dançar até o luar.   Com paixão iremos glorificar o sanfoneiro e bailar até o dia raiar, O sanfoneiro toca o baião com amor ao sertão, Iremos festejar e com isso invocar o rei do baião, Invocar Luís Gonzaga e por fim celebrar ao capitão.    

Poema: Bi do trem

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  O trem não pede permissão e faz um barulho que é uma explosão, O trem buzina um barulho que é uma intromissão, Uma intromissão que uma agressão ao sono alheia, Como dormir com essa emissão desse som.   O barulho é violento como um trovão, O barulho é alto como a explosão de um vulcão, O barulho deixaria Tupã com inveja e mais uma vez o som.   Bi ele repete com glamour, Isso não me faz despertar amor e sim rancor, Bi ele causa um tremor, Isso despertar um mau humor e o xingo com fervor.       

Poema: A doença das comunidades cariocas

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    As favelas são uma sociedade que deveriam ter prosperidade, Porém a doença dos criminosos o suga como um sanguessuga, A policia corrupta se alimenta da ferida aberta e ainda o acoberta, Não são vitimas e sim cumplice que com euforia amam a tirania.   As favelas tratadas com descaso são um arraso, Pois muito desse bolo querem se alimentar e ao seu lado se deitar, As favelas são ricas e isso é algo a comentar, Porém vamos nos calar para o poder público nos salvar.   O estado sanguinário é um ordinário que se faz de amável, Cão maldito é o autor por tal atrocidade e sofre de comorbidade, Não irei nos seus braços se deitar e sim te esbofetear, O que alimenta o opressor é o seu criador, O investidor não mora com seu amor, Esse mora em sua cobertura e se acha um primor.    

Poema: República da diversidade

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  Devemos respeitar a diversidade e demostrar nossa solidariedade, Com reciprocidade o respeito virará um ato de cordialidade, A educação é algo fundamental para não perdemos a sanidade.   Incomoda tanta a diversidade e parece que essa é sua prioridade,  Atrás de todo ódio cego tem um ato de cumplicidade, Um ato de esconder o amor e esse o faz crescer a adversidade.   Nessa Republica o ódio é menosprezado, O seu discursante será calado e não será utilizado, Prezado leitor peço que com rigor trate o violentador.         

Poema: A família do por quê.

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  O Por que tem vários formatos e eu acabo chorando de pavor, Costumo confundir e minha mente explodir, Com tudo sempre busco me redimir, E o por que no inicio da frase irei incluir.   O porque é ousado e respondão, Sempre usado na resposta da interlocução, Não poderá se confundir com o figurão, Pois ele é muito durão.   O seu primo é o por quê e tão lento que todos o passam a perna,  Sempre usado no final e esse é seu estado terminal, A família é grande e logo chegaremos ao final.   O último parente é o porquê e muito emotivo, Ele precisa de um motivo para ser seu amigo, O motivo que justifique a ele ser seu grande amigo, Pois ele é muito seletivo.                      

Poema: independência ou morte

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  Independência ou morte   Vivemos a era de ser fiel ao político, Usem o senso crítico e não amem o político, Amem a verdade que é a herdeira da liberdade.   Independe serei e sempre oposto ficarei, Não amarei seu falso ídolo, Amarei o lado crítico.   Cortem essas amarras malignas que te faz de escravo, Seja bravo para lutar e não um capacho virá, Amaremos a razão para ir contra a paixão, Pois a paixão o tira a razão.